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Fuji e o amor platónico

Este gato, este menino gato (que ainda não tem idade para ser senhor) é uma delícia, como uma bola de gelado de baunilha num dia quente de Verão.

Embora tenha crescido nas ruas de Alfama é extremamente sociável e adora estar com pessoas. Em cima de pessoas, ao lado de pessoas, em qualquer sítio desde que esteja bem pertinho de alguém simpático.

Avisamos desde já que é difícil não ficar afeiçoado a este rapazote depois do primeiro encontro e não nos responsabilizamos por possíveis amores platónicos que daí possam resultar.

O Fuji procura uma casa com donos como ele, muito sociáveis e cheios de energia. Gente boa e com coração grande que tenha gosto em adicionar mais um membro à sua família e que esteja preparada para passar uma boa parte do seu tempo a fazer festas a este menino gato delicioso.


Quer saber mais sobre o Fuji? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com


Zisa, os seus redondos bebés e o carro que precisava de ir à oficina



Zisa
Era uma vez uma pessoa cujo carro precisava de ir à oficina. Calha que essa oficina era numa zona industrial, sítio onde só a indústria deveria existir e nada mais.

Reza a história que ao chegar ao local de arranjo essa pessoa se deparou com uma gata. Uma gata preta, magra e a vasculhar os caixotes do lixo. Raios, uma gata preta numa zona industrial cheia de fome, à procura de comida. Dizem que os gatos pretos dão azar mas na realidade não a dão, apenas a têm.




Havia que dar nome a esta criatura e a sigla da Zona Industrial de Santarém serviu o propósito. Z-I-S-A. A gata preta azarada e magrinha. Olhando com mais atenção esta gata Zisa tinha maminhas de amamentação... Tinha maminhas, tinha bebés.

Esta gata azarada, preta e magrinha, com bebés algures escondidos, tinha que eventualmente ter alguma sorte. A pessoa cujo carro precisava de ir à oficina apresentou-se, alimentou-a, fez-lhe uma festa.

A Zisa apreciou e começou a vir todos os dias, talvez já não se sentindo tão azarada, talvez na esperança que essa sorte que tanto esperava viesse daquele novo conhecimento. E tinha razão.

Para além da Zisa vieram também os seus mais próximos, três bolinhas de pêlo gordinhas, bem redondinhas e de focinho lindo. Duas meninas e um menino, duas tricolores e um pretinho (azarado sortudo como a mãe mas com uma estrelinha branca no peito, a sua estrelinha da sorte). Foram os três baptizados no mesmo espírito que a mãe, Roques é o nome de uma empresa que comercializa as marcas Benalu e Chereau.



Benalu

A Benalu, tricolor de olhar rebelde e reflexos rápidos, é uma exploradora nata, brincalhona e pimpona como um gatinho bebé deve ser. Acomodou-se rapidamente à vida de casa e já não quer outra coisa, já nem se lembra do azar que um gato de rua tem.




Roque

O Roque, o tal da estrelinha ao peito é sociável mas mais contido. Está a começar a perceber que a partir de agora já não vai ser tão azarado e de vez em quando solta o gatinho feliz que há em si. A cada dia que passa torna-se mais traquina e meiguinho.






Chereau
A Chereau, a gatinha de focinho riscado ao meio, linda como um quadro de Van Gogh, está a aprender com os manos. É a mais desafiante dos três, a que mais se contém mas provavelmente a que mais dará quando finalmente perceber que está com gente amiga. Gente que apesar de ter azar com carros tem sorte com gatos.





A Zisa e os filhotes procuram cada um o seu lar. Os bebés estão prontos para descobrir novos horizontes, novas casas, novas pessoas.

A Zisa só quer descanso da vida de rua, não contempla voltar a esgravatar caixotes do lixo e enquanto ela almeja uma casa com donos tranquilos os seus pequenos sonham com um lar cheio de agitação e brincadeira onde possam deslizar nos tapetes do corredor. Tem um corredor com tapetes em sua casa a precisar de um gato que os tire do sítio?

 
Quer saber mais sobre a Zisa e os seus bebés? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com





Kiri Abrunhosa

Um miado aflito
Um carro na rua...
Um olhinho azul
A noite que cai
O frio que flutua

Gente que passa
Atirando palpites
Gente que pede
Bombeiros, ajuda
Que nos acuda

A Ana que chega
Gente descrente
Gatinha aflita
Uma mão que a salva
Para o resto da vida

Rendeu-se logo
Aos mimos, às festas
Agora não pára
De querer colo
E muitas coisas destas

Se quiser saber mais sobre a Kiri, escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com
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Vicente, o Rei Leão

Sem medos, sem preconceitos e sem predadores naturais. Ao Vicente só lhe falta a juba para ser o rei da selva.

Caça brinquedos ao pôr do sol e dorme pelas horas da manhã, as de maior calor. Gosta de festas mas exige o respeito devido à sua pessoa: nada de esfregar o pêlo na direcção contrária.

Que não se pense que este mini leão é um porta chaves que se pode enjaular para os visitantes tirarem fotos. O Vicente comanda e se o contrariam ele rapidamente esclarece a situação com uma mordidela de aviso.


Dito isto, no fundo no fundo o Vicente é um felis silvestris catus, ou seja, um gato de casa. Não precisa de uma savana para correr, apenas de um corredor ou uma sala com um tapete onde se possa espraiar ao sol.

Devidamente acomodada com água fresca, comida e festas, esta fera (que não é fera nenhuma) é a melhor das companhias e a solução ideal para afastar qualquer tipo de roedores que possam rondar pela casa. Não há presa que lhe resista.

Quer saber mais sobre o Vicente? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com

Tarzan, o pote de mel

Pois talvez perguntem a origem do meu nome, talvez me imaginem pendurado em lianas a percorrer a selva urbana onde vivia. Ou será que era atlético e musculado. Já nem sei o que fazia ou como era quando andava na rua. É bom esquecer o que é mau, só lembrar como é bom acordar com comida no prato e água no  copo. Fazer sestas sem fim, receber muitas festas quando estou acordado. Ver a selva urbana lá fora da janela e saber que, com ou sem lianas, aquilo já não é para mim. A minha família de acolhimento temporário diz que lianas, agora, não aguentavam comigo mas o que eu penso mesmo é que, daqui onde estou, só para o colo da minha família para sempre. 

Se quiser saber mais sobre o Tarzan, fale connosco em gatos.a.solta@gmail.com

Minnie, merry-go-round

Olá eu sou a Minnie. Já conheceram o meu irmão Mickey? Ele é que sabe essas coisas de apresentações, CVs, competências e desempenho. Eu só quero um colo disponível para mim e uma vida de aventuras dentro de casa. Gosto de jogar à bola, meto o nariz onde não sou chamada, investigo os cantos da casa para ver se encontro algum brinquedo perdido. O Mickey é mais bem comportado e gosta de me ralhar por eu ser assim. Mas a vida é bela, mesmo que haja alergias que nos mudam o percurso, eu vejo isso como uma oportunidade de ter uma vida melhor e mais divertida do que a anterior. Gente que se preocupa com um espirro ou umas coisinhas vermelhas na pele devia viver numa redoma. Not me. Se nessa vida nova pudesse contar também com o chato do Mickey, não me importava nada: é ele que tem a pinta necessária para andar sempre a pedir latinhas de ração húmida e eu aproveito. Oh, se aproveito!

Se quiserem saber mais sobre a Minnie, falem connosco em gatos.a.solta@gmail.com

Mickey, 'Já leu o meu CV?'

Olá eu sou o Mickey. Sou um jovem gato no desemprego. Já tive um contrato que pensava definitivo mas foi denunciado por causa de alergias do novo CEO, fui despedido sem apelo nem agravo, nem pude trazer uma caixinha com as minhas coisas. Eu e a Minnie, a minha irmã. A Minnie leva isto com alguma leveza mas eu não gostei nada, não fica bem no meu CV. Alergias?! Se ainda tivesse a ver com o meu desempenho. Não, a minha avaliação foi sempre 5, não me foi exigido cumprir objectivos quanto a impedir alergias a humanos. Esta coisa da avaliação do desempenho não serve para nada.

Então quais são as minha competências? Sou o team-leader do duo dinâmico Mickey/Minnie. Sou muito sociável, gosto de andar atrás dos humanos para ver o que eles fazem. Ainda não percebi porque andam eles sempre de um lado para o outro, muito atarefados, mas já percebi que no meio de tanta atarefação há sempre um prémio pelo meu bom desempenho como controller - uma festa, uma latinha. A mana Minnie é a minha assistente, já está bem treinada mas às vezes distrai-se para ir cheirar flores ou dar um pontapé numa bola. Também estou bem treinado quanto a festas - quanto mais festas melhor, nem vejo isso como trabalho. Dou sempre muito importância aos humanos que me rodeiam e preencho-lhes o colo com muita competência. Também os aviso quando estão a falhar no abastecimento dos nosso pratos ou na limpeza do tabuleiro. Tenho um ronron muito suave que acalma os humanos e quão necessário é que os humanos acalmem! E que não contratem CEO que fazem despedimentos sem justa causa.

Se me quiserem contratar, ou mesmo contratar o duo (isso é que era uma contratação milionária), falem com os nossos amigos em gatos.a.solta@gmail.com

Flynn, eu sou mais eu

Gato aventureiro e sem medos que enfrentou a vida na rua e sobreviveu, que enfrentou uma doença mortal daquelas com muitas sílabas e sobreviveu. Dá uma patada quando discorda, dá turrinhas quando quer carinho. Sabe o que quer e, se bem se lembra, quer uma casa. Daquelas com gente dentro, daquelas com gente de verdade. Que não abandonam, que gostam de gatos muito cheios de si. Para encher a casa e o coração.

Nota: o Flynn é FIV positivo.

Quer saber mais sobre o Flynn? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com

 

Maggie


Como Margarida, que é nome de flôr.

Esta florzinha com bigodes de gato é um dos nossos casos de sucesso a nível de recuperação social e da qual temos muito orgulho. A Maggie foi encontrada na rua e acolhida por uma das nossas voluntárias em regime de FAT (Família de Acolhimento Temporária). Deu-se bem por lá e a gatinha assustada que veio da rua transformou-se numa gata meiga que adora festas e companhia humana.
 
Tão habituada está à vida de casa que, se for oportuno, dará uma dentadita em comida de humano, que é bem melhor do que a de gato. Ou seja, será boa ideia guardar toda a comidinha em lugar seguro - se ficar em cima da bancada ... a Maggie ajuda a verificar se está em boas condições.

Gosta de dar os bons dias pela manhã e se sofrermos de insónias faz-nos companhia até o sono voltar. Mais uma prova que o ambiente faz o gato e o gato faz o ambiente. E como menina gata que é tem uma predilecção especial por homens. Não quer dizer que não goste de mulheres (afinal a sua FAT é feminina) mas para a Maggie um piropo vindo de um homem sabe melhor do que de uma mulher.

Enfim, é uma gata para mimar e elogiar 24 horas por dia, ao que ela retribuirá com todo o seu carinho e amizade. Se lhe perguntarmos em que tipo de casa quer viver provavelmente dirá que procura um gentleman de boas famílias sem outros animais em casa. Não se dá mal com outros gatos mas o gentleman dos seus sonhos deve ter olhos só para ela.

Quer saber mais sobre a Maggie? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com


Gatsby, a surpresa


Gatinho compacto e ternurento, o Gatsby está connosco há algum tempo e há pouco, graças aos esforços de uma das nossas voluntárias, descobriu que afinal não é arisco e gosta de festas. Gosta até mais de festas do que de latinhas, imagine-se. Quem diria... Claro que agora o Gatsby é um candidato ideal para encontrar uma família e ver se lá descobre que afinal também gosta do quentinho de um lar e boa companhia.

Se quiser conhecer o Gatsby, contacte-nos em gatos.a.solta@gmail.com

Colin & Mia


Dois manos recolhidos em bebé e que cresceram desconfiados. São duas mini panteras, curiosas como todos os gatinhos, jovens e brincalhões e dispostos a aprender a confiar nos humanos. Só precisam de uma oportunidade, uma FAT ou uma família definitiva que goste de um desafio divertido. Em conjunto ou separados.

Requisitos: família de encantadores de gatos!

Grumpy Kitty - A orfã

Porque nem todos os gatos são a Hello Kitty e nem toda a gente quer um gatinho sorridente e bem disposto, apresentamos Grumpy Kitty, a orfã.

É verdade, há gente que procura gatos resmungões, bichanos mal humorados e com personalidade vincada. A Kitty é um desses gatos, não faz vontades a ninguém e não se importa com o que pensam dela.

Muita gente diria que é um caso perdido mas para nós a Kitty tem um lar à sua espera algures. Não podemos condená-la a viver num gatil para sempre e por isso lançamos este apelo.

Se procura uma companhia que seja um desafio, um daqueles gatos que responde ao seu "Bom dia!" com um olhar fulminante, encontrou-a. Por outras palavras, se procura um Grumpy Cat em versão feminina, aqui está ela.

E porquê orfã? Porque a Kitty passou os seus três anos de vida com um senhor idoso que faleceu recentemente e a deixou sozinha. Está habituada a viver numa casa mas não sabe bem o que é viver em plena harmonia com humanos. Até aos outros gatos torce o nariz...

Esta Grumpy Cat portuguesa procura alguém que queira um gato independente e que não tenha que mimar até ao infinito mas que, pouco a pouco, aprendar a conviver com o seu feitio e quem sabe, talvez lhe consiga pôr um sorriso mal amanhado no seu lindo focinho.


Quer saber mais sobre a Grumpy Kitty? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com

Miss Formiguinha - A tímida

A Miss F. está connosco há demasiado tempo. 

Chegou com a mana, Miss Carochinha, que era mais despachada e destemida. Tanto que a Miss Carochinha, com a ajuda certa, conseguiu conquistar uma família para ela e para a Srª Dª Ervilha com quem partilhava FAT.

A Miss F. ficou para trás, dentro do seu mundo tímido e recatado. Embora pareça pouco sociável a Formiguinha é uma gata inteligente, sempre atenta e muito comunicativa. Não dá confiança à primeira mas é muito rápida a perceber o que queremos dela, mesmo que não concorde connosco. Tem o pêlo negro muito luzidio e mantém-se sempre limpinha e bem penteada.

É uma gatinha cheia de potencial mas vive num casulo. Até hoje ninguém lhe conseguiu oferecer um lar como deve de ser e dedicar-lhe o tempo necessário para a convencer a partilhar o seu espaço mais próximo com humanos. Um casulo, dizíamos, de onde sairá a seu tempo uma linda e fantástica borboleta. Com as palavras mágicas de um encantador de gatos.


Quer saber mais sobre a Formiguinha? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com


Poliii - aka Mark


O Poliii (como os manos Polii e Tom) nunca conheceu o interior de um lar.

Sempre viveu num refúgio e possivelmente sempre viverá - a não ser que apareça uma FAT generosa que lhe dê uma oportunidade.

O Poliii é igual ao mano Polii, um pouco mais pequeno. Desconfiado, fugidio mas curioso e lindo de morrer - é o que vale a esta família, saíram todos mais ou menos ariscos mas com um pêlo e olhos fabulosos. Têm a mãe Poli (a original), gata meiga de pêlo caramelo e olhos azuis, para agradecer a beleza herdada.

Este menino está a pedir para ser reabilitado por alguém que lhe queira oferecer o melhor presente do mundo: uma vida nova.

De momento está com outros gatos mas não temos dúvidas de que com uma ajudinha de alguém bem intencionado o Poliii (também chamado de Mark por quem não aprecia a repetição de nomenclatura) vai aprender a confiar.


Requisitos: família com dotes de cat whisperer, muita paciência e uma paixão por gatos lindos de morrer a pedir reabilitação.

Característica: faz um pfff à laia de cumprimento... e depois cheira com um ar curioso. É o olá particular do Poliii.

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Cassandra - A profetisa felina

Cassandra, a encantadora de humanos que tem o poder de nos levar a fazer uma festa no seu dorso até contra a nossa vontade. É o que dá ter nome de Deusa e olhos de sedutora.

A Cassandra é uma gatinha adulta, meiga e muito sociável. Com pessoas entenda-se, pois não tem muito afecto por outros felinos.

Acha-os pouco interessantes e demasiado chatos para valer a pena ter à sua volta. Por esta razão procura um lar onde possa ter a companhia exclusiva de pessoas.

Foi mãe este verão e jurou para nunca mais. Já antes de nascerem as crianças havia algo dentro dela - a sua vertente de profeta - que lhe dizia que aquilo era tudo muito má ideia. Mas durante o Verão, num momento de loucura tinha-se enrolado com um gato de rua muito sedutor e agora já não havia nada a fazer mas aturar estes novos seres que vieram ao mundo.

Os miúdos até são giros quando são bebés mas assim que começam a crescer dão demasiado trabalho e esta gata senhoril já não tem paciência para birras e fitas adolescentes felinas. O que ela quer é alguém que lhe dedique todo o seu tempo dizendo-lhe que é a gata mais linda do mundo e que ninguém faz ronrom como ela. Muitas festas, muitos mimos e mais nada.

E atenção que os poderes proféticos da Cassandra são potentes, tanto que ela sabe de antemão quem será o seu adoptante mas nem às paredes o confessa. Quando o encontrar vai-se certificar que o faz sentir como o humano mais feliz do mundo por ter uma admiradora 100% fiel e 100% felina. E 100% vidente, ainda que não costume partilhar as previsões com ninguém que não seja gato.


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Kitty - Naughty or Nice

A nossa bicolor residente à espera do Pai Natal. Será que foi boazinha durante o ano, e vai ter como presente uma família para sempre, ou que fez muitas patifarias, e vai receber um saco de carvão?

Kitty, a gata sarapintada, a chávena de café com um fio de caramelo no focinho. Às vezes é boazinha, dá o focinho à festa e vem cumprimentar à porta.

Às vezes é traquina, rouba um rabo de pescada da cozinha ou prepara um ataque escondido atrás de uma esquina.

Será que o Pai Natal sabe que uma gatinha bicolor nunca é uma Santa? Mas é A felina perfeita para o Natal e para o resto do ano. Gosta de festas e pessoas dóceis e tem uma preferência por latinhas de atum. Procura uma família onde encontre ambos em largas doses.


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Caetano - O clássico



Sou um gato clássico. Quer dizer um gato com classe. E clássico.

Gosto de música clássica: oiço a minha protectora em casa a ensaiar as suas árias e apoio-a da melhor forma possível. Mio muito, que é a minha forma de dizer 'BRAVO'; embora se possa pensar que eu esteja a pedir que ela se cale.



Tenho uma pelagem clássica - sou um classic tabby. Daqueles que têm umas riscas largas no corpo e um grande e perfeito 'M' na testa.

E nasci na Universidade Clássica, numa conduta de arejamento, eu e os meus cinco manos.

Enfim, sou clássico e tenho classe. Sou meigo quando me conquistam com cuidado, sou distante no início enquanto avalio quem se aproxima. E, sempre com classe, brinco muito e faço grandes corridas para estender as patas.

Gosto de companhia humana e felina. A ouvir música. Clássica.

Yoshi - A gata que não voltou para a rua



A Yoshi apareceu na rua, como tantos outros gatos que nos chegam às mãos todos os dias.

Vinha muito assustada, escondia-se e bufava e nos primeiros dias quase não saiu do seu buraquinho no fundo da transportadora.

Pensou-se que era silvestre e planeou-se a esterilização para voltar a devolver à colónia onde foi recolhida. Mas ao fim de pouco tempo a Yoshi começou a relaxar e com o passar dos dias começámos a ver nela uma gatinha meiga e afável.

Começou a aceitar festas, alguns dias depois descobriu que afinal adora festas, mais uns diazinhos e começou a ronronar e hoje já nem pensa naqueles tempos em que tinha medo da própria sombra.

Não sabemos se a Yoshi foi ou não abandonada mas sabemos que gosta de dormir em cadeiras quando estão arrumadas por baixo da mesa, naquele sítio onde ninguém a vê. Sabemos que gosta de estar ao sol e de se deitar enrolada ao lado de alguém no sofá. 

Gosta de crianças mas prefere manter a distância dos mais pequenitos, às vezes tem pouca paciência para eles e prefere a companhia de adultos e adolescentes.

Procura uma família que queira uma presença felina feminina, meiga e independente no seu lar, alguém que queira descobrir o que a Yoshi tem para dar e que esteja disposto a retribuir de igual forma.


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Tinker Bell - Vigilante aventureira

Parece mais uma gatinha preta mas as aparências iludem. 

A Tinker usa a sua pelagem negra banal como um disfarce que esconde uma super heroína por dentro.

Entre os seus super poderes estão o poder da perseguição incansável, o poder de tornar-se invisível ao enfiar-se debaixo de um lençol e o poder de devorar a comida húmida à velocidade da luz. Num piscar de olhos.

As prendas que a Tinker mais gostaria de receber no seu primeiro aniversário (futuros adoptantes, tomem nota) são óculos telescópicos telecomandados e um mini descapotável preto com tracção às quatro rodas (modelo offroad urbano).

Mas o seu maior dom é o de provocar o riso, consegue ser tão taralhoca na brincadeira que põe todos à sua volta às gargalhadas. O super poder do riso não deve nunca ser menosprezado - com muito boas gargalhadas se curam doenças deprimentes.

Gosta de companhia felina e humana, está sempre a rodopiar os calcanhares das suas pessoas preferidas. Gosta de dormir em poisos altos (como qualquer vigilante) e sempre que vê algo irregular vai investigar o que se passa. Para que a paz reine.

A Tinker Bell procura uma família com uma boa dose de amor pela aventura, daquelas que gostam de brincar horas a fio e de dar mimos. Se houver por essa casa um parceiro felino com gosto pela descoberta, ainda melhor.


Quer saber mais sobre a Tinker Bell? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com 


Becas - A cadela que sorri




A Becas apareceu com o irmão Egas ainda bebé, os dois muito pequeninos e com os olhinhos apenas abertos.

Com o tempo os dois meninos cresceram e esse ser pequenino que era a Becas transformou-se numa belíssima cadela de pêlo suave e olhos atentos. Por baixo desse olhinhos a Becas mostra sempre um largo sorriso que já se tornou na sua imagem de marca.

Nasceu em 2013, portanto já tem corpo de adulta mas continua a comportar-se como uma cachorrinha rebelde e traquinas. É trapalhona, desengonçada, às vezes intrépida e outras muito mariquinhas - corre como uma girafa e quando está cansada dorme como um pintainho enroscado no calor da mãe galinha. Gosta de cumprimentar quem conhece com uma grande festa e muita alegria e quando não percebe o que lhe dizemos olha para nós de cabeça inclinada.

A Becas tem muita energia e precisa, como qualquer cão que cresce saudável e feliz, de algum treino e paciência. Precisa também de uma família activa, com grandes e pequeninos, e de preferência que tenha alguma experiência com cães adolescentes pois todos sabemos que uma Becas entediada não é bom para ninguém. Em troca oferece muitas horas de companhia e diversão e garante que sempre que precisar de um lombo quentinho para se encostar ela lá estará, com o seu sorriso de orelha a orelha.

A Becas procura a companhia de alguém que lhe saiba ensinar o que é ser um cão adulto e saudável, alguém que a queira quer ela ande a perseguir a própria cauda, a trincar o ar para apanhar moscas ou a fazer uma sesta aos pés da cama. Precisa de uma mão amiga que lhe faça festas na barriga e lhe mostre que será o seu companheiro para o resto da vida. E aí a Becas sorrirá.


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Fannie Mae - A arrebata corações



Jovem, meiga e brincalhona, a Fannie Mae é menina até ao tutano e a gata mais querida de todos os tempos. 

É curiosa, aventureira, às vezes um pouco tosca nas suas abordagens mas se há coisa que não existe é uma Fannie Mae entediante.

Muitas foram as gargalhadas soltadas pelos nossos voluntários ao brincar com esta menina, e muitas calorias queimou ela ao saltar atrás de um ratinho de peluche preso a um fio.


E como qualquer gatinho jovem e saudável a Fannie Mae faz asneiras de vez em quando, brinca com aquilo que não deve e quando lhe damos um ralhete fica a olhar para nós como quem não percebe o porquê.

E aí não conseguimos ficar zangados com ela e damos-lhe mais festas. Pouco a pouco vai pecebendo que o sofá nao é para arranhar e as folhas das plantas não são para mordiscar.

A Fannie Mae procura uma família dinâmica e acolhedora com bom sentido de humor e muita vontade de rir, se for o seu caso talvez a seja a gatinha certa para si.




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Kami - O gato que veio da rua mas que não era de lá

O Kami foi encontrado a miar na rua, sozinho e de coração partido por não perceber o que estava ali a fazer. Estava cheio de fome e com muita vontade de entrar em casa de alguém, objectivos que vocalizou durante um dia inteiro, sempre alto e a bom som para quem estivesse disposto a ouvi-lo.

Ninguém o conhecia no bairro nem sabia como ele tinha ido ali parar mas ao fim de 24 horas já todos sabiam da sua presença porque o seu miar fazia eco pelas ruas e vielas. Desconfiamos que tenha sido abandonado pouco tempo antes porque era meiguinho e pedia muita atenção, traços típicos de um gato de casa que se encotra repentinamente na rua.

Abrimos-lhe a porta e ele entrou, prontamente demonstrando a sua alegria por já não estar ao relento. Comeu, bebeu, dormiu e depois do merecido descanso começou a brincar com os amigos que o rodeavam. Demonstrou ser muito sociável com felinos e adora estar perto de pessoas, de preferência ao colo ou muito coladinho à pernas de alguém. Descobrimos também que o Kami tem um fraquinho por lugares quentinhos e tecidos macios como o veludo ou a flanela.

É um comilão, talvez porque passou alguma fome enquanto esteve na rua. Come sem vergonha e adora biscoitos e latinhas. Faz amigos facilmente, quer sejam humanos ou felinos, e gosta de partilhar as coisas boas que tem com os seus amigos. Uma dessas coisas é o seu ronron.

O Kami quer uma família que goste de gatos amigos e bem dispostos. Procura um sítio onde haja uma caminha para se enrolar e uma tigela com comida e água fresca todos os dias. Promete ser sempre boa companhia e avisa de antemão que faz tenção de testar todas as camas e almofadas da casa até encontrar o seu poiso ideal.


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Ninhada Gattini


Eros*, Bambina, Cuore e Bacci* são quatro irmãos brincalhões cujo objectivo na vida é comer gelado o dia todo e viver la dolce vita.

O Eros* laranjinha, o único macho, gosta de passar a tarde à janela a mandar piropos às miúdas mais giras que passam pela rua ("Ciao bella!). Devora fatias de pizza a uma velocidade espantosa.

A Bambina, toda pretinha, é uma ragazza rebelde que gosta de ler livros do Umberto Eco à beira da Fontana di Trevi (ou da Fonte Luminosa da Alameda).

Bacci* - a única tricolor - adora gnocchi, principalmente se forem caseiros e acompanhados com pesto e mozzarella. Sabe enrolar o esparguete no garfo e come sem sujar o babete ou os bigodes.

A Cuore, menina preta e branca é fã do AS Roma e não perde um jogo. Sabe os cânticos das claques de cor e tem o seu cachecol laranja e vermelho que enrola à volta do pescoço sempre que há jogo.

Os quatro gattini não são adeptos do ritmo rápido de cidade, gostam de fazer tudo a seu tempo e quando lhes dá prazer, nunca antes. Procuram casas onde a cultura italiano tenha destaque, nomeadamente a boa comida e o dolce fare niente.

Va bene?


Quer saber mais sobre o Eros*, a Bacci*, a Cuore ou a Bambina? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com


* adoptado


Arnaldinho - O gato da cauda curta

Ganhou o nome quando apareceu ferido na colónia do Sr. Arnaldo, com a cauda meio amputada. Não se sabe bem o que lhe tinha acontecido mas que era permanente, era. Com o tempo a ferida sarou e ao Arnaldinho já não lhe fazia diferença, equilibrava-se como qualquer outro gato e não se sentia inferiorizado por ter menos cauda.

Gosta de festas, como comprova a foto, mas com moderação. Quando não quer mais é perfeitamente capaz de nos avisar que já chega e que quer ser deixado em paz.



É um senhor. Acorda cedo todos os dias para fazer a barba e pôr after shave (o Arnaldo é um Don Juan com as ladies) e gosta de carros antigos. Nada destes modelos mais recentes ultra compactos, porque como diz ele, "Carros a sério já não se fazem".

Aprecia uma boa conversa sobre automóveis ou futebol (o Arnaldo é do Paços de Ferreira) e não diz que não a uma cervejinha fresca acompanhada de tremoços numa tarde quente de Verão.

O Arnaldo é FIV+ portanto para além dos tremoços e pipis necessita uma alimentação equilibrada, ainda que por ele só comia aperitivos e mais nada.

Na realidade o que o Arnaldo quer é encontrar um lar onde possa passar os domingos refastelado no sofá a ver o jogo para depois entrar pela noite dentro com uma discussão acerca dos golos roubados e que ladrão que era aquele árbitro. Enfim, conversas do Arnaldo...



Quer saber mais sobre o Arnaldo? Escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com





Minou - Bichaninho lindo

Se dizem que gato preto dá azar então este gatinho branco só pode dar sorte.

O Minou já teve casa, algures e com alguém. No entanto foi da rua que foi recolhido e daí levado direitinho para o canil. Lá ficou uns tempos numa jaula à espera que o reclamassem. Ninguém veio.

Não se sabe quanto tempo terá estado na rua, provavelmente um bom bocado. Vinha muito magro e coxeava de uma patinha, uma fractura mal consolidada, um atropelamento, uma queda?


Como gato adulto que é gosta de fazer as coisas com calma e viver relaxadamente ao lado dos seus companheiros humanos e felinos. Gosta de festas mas quando já não quer mais faz questão de o mostrar. Não será o gato ideal para uma família com crianças mas terá todo o prazer em ser o melhor amigo de um humano adulto, só ou acompanhado.

Procura um lar para uma segunda oportunidade na vida e espera encontrar a sua cara metade brevemente, alguém que queira um amigo para sempre.



Para saber mais sobre o Minou escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com




Gide - Porque nem todos os gatos são fáceis

Seria maravilhoso se todos os nossos gatos fossem perfeitos (até nas suas imperfeições) mas infelizmente a realidade não é essa.

Por cada gatinho lindo e rechonchudo que damos em adopção ficam para trás vários que não tiveram a mesma oportunidade, embora a mereçam.

A Gide é um caso único entre nós. Chegou-nos ainda bebé e cresceu connosco mas até agora não conseguiu encontrar o seu lugar. Passa os dias deitada na sua caminha, afastada dos outros gatos, não partilhando sequer os momentos de brincadeira ou a hora de alimentação. Vai sempre comer depois dos outros, lambendo as migalhas.

Nunca pareceu apreciar o contacto humano, apenas tolerá-lo. Deixa fazer as festas que quisermos mas parece sempre estar à espera que terminemos para pode voltar a relaxar. Mas dentro desta gatinha deprimida está uma felina orgulhosa e decidida ainda por desabrochar.

A Gide ainda não sabe que a vida não tem que ser triste, que podemos brincar e correr e fazer ronron. Nunca fez ronron, nem uma única vez.

Tudo o que podemos fazer por ela fizemos. Tem alimentação e um espaço confortável, companhia de outros gatos e pessoas, mas apesar de tudo isto não lhe podemos dar o que ela verdadeiramente precisa: um lar.

Não é uma gata para quem queira um companheiro felino imediato, é um ser que está por descobrir que há outras formas de viver e estar e que tudo pode ser mais fácil e simples. Só precisa de alguém que a queira ensinar.


Para saber mais sobre a Gide escreva-nos para gatos.a.solta@gmail.com



Bem vindo ao nosso blog de adopções, aqui poderá conhecer os nossos amigos felinos e caninos.

Todos os nossos animais são dados vacinados, desparasitados e esterilizados.

A nossa actividade é mantida única e exclusivamente por doações de privados. As consultas veterinárias, medicamentos, alimentação e manutenção dos nossos animais dependem das suas doações pelo que qualquer ajuda é bem vinda.

A adopção de qualquer um dos nossos protegidos pressupõe a assinatura de um Termo de Responsabilidade e a entrega em casa da futura família.

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Lisboa, cidade felina. Grandes, pequenos, meigos, ariscos, andam pelas ruas a sobreviver dia a dia ou à procura de melhor futuro. É duro ser gato de rua.

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